Colaboradores

Carlos Eduardo Frickmann Young – Economista, é professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) desde 1990, e pesquisador na área de Economia do Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável, incluindo temas como economia do desmatamento, pagamento por serviços ambientais, valoração ambiental e PIB verde. É coordenador do Grupo de Economia do Meio Ambiente (Gema) do Instituto de Economia da UFRJ. Website: www.ie.ufrj.br/gema.

Leonardo Barcellos de Bakker – Economista e mestre em Políticas Públicas, Estratégia e Desenvolvimento (PPED), ambos pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Durante o mestrado, foi bolsista do Cenpes/UFRJ. É pesquisador do Grupo de Economia do Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (Gema/UFRJ), no qual aborda diversos temas, como pagamento por serviços ambientais, mudanças climáticas, desmatamento, dentre outros. São abordados principalmente os instrumentos econômicos para a conservação do meio ambiente e também valoração de serviços ambientais. Também é pesquisador da Linha de Pesquisa 3 (Avanço do Estado da Arte Biodiversidade, Recursos Naturais e Culturais) do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia de Políticas Públicas, Estratégia e Desenvolvimento (INCT/PPED).

Helena de Queiroz Carrascosa von Glehn – Engenheira Agrônoma, desde 1987 atua na Secretaria do Meio Ambiente do Estado de São Paulo, onde foi coordenadora de Licenciamento Ambiental, entre 1995 e 1999, e coordenadora de Biodiversidade e Recursos Naturais, entre 2007 e abril de 2012. Foi gerente executiva do Projeto de Recuperação de Matas Ciliares, que contou com o apoio do Fundo Global para o Meio Ambiente (GEF) e do Banco Mundial. Atualmente, integra a assessoria técnica do gabinete da secretária do Meio Ambiente e é gerente técnico -ambiental do Projeto de Desenvolvimento Rural Sustentável, executado em cooperação com a Secretaria da Agricultura e Abastecimento com recursos do Banco Mundial.

Eufran Ferreira do Amaral – Agrônomo pela Universidade Federal do Acre (1992), com especialização em Planejamento Agrícola (1993), Fertilidade e Manejo de Solos Tropicais (1994), Aplicacíon de la Teledeteccíon y de Los SIGs (1995) e Levantamento e Classificação de Solos (1997). Mestre (2003) e doutor (2007) em Agronomia (Solos e Nutrição de Plantas) pela Universidade Federal de Viçosa. Foi pesquisador da Fundação de Tecnologia do Estado do Acre (1993-1997), professor da Universidade Federal do Acre (1992-1997), secretário de Meio Ambiente do Estado do Acre (2007-2010). É pesquisador da Embrapa Acre desde 1997. Foi diretor-presidente do Instituto de Mudanças Climáticas e Regulação de Serviços Ambientais do Acre, no período de 2011 a 2013. Exerce o cargo de chefe geral da Embrapa Acre desde agosto de 2013. Tem experiência na área de Agronomia, com ênfase em gênese, morfologia e classificação dos solos, atuando principalmente nos seguintes temas: Amazônia, zoneamento, serviços ambientais, etnopedologia, mudanças climáticas e planejamento de uso da terra.

Mônica Julissa de los Rios de Leal – Atua no governo do Estado do Acre desde 2009, onde é atualmente diretora do Instituto de Mudanças Climáticas (IMC). É mestre em Ecologia e Gestão de Recursos Naturais pela Universidade Federal do Acre (UFAC) e, nos últimos dez anos, atua na área de monitoramento do desmatamento e das queimadas no sudoeste da Amazônia. No IMC, é responsável pela implementação do Sistema Estadual de Incentivos a Serviços Ambientais do Acre (Sisa), que inclui o Programa Jurisdicional de Carbono como uma estratégia para estabelecer um desenvolvimento de baixa emissões de carbono.

Nilson Gomes Bardales – Agrônomo pela Universidade Federal do Acre (1999), especialista em Fruticultura Tropical pela Universidade Federal de Lavras (2002), mestre (2005) e doutor (2009) em Agronomia (Solos e Nutrição de Plantas) pela Universidade Federal de Viçosa (2005). Bolsista do CNPq/Fapac. Tem experiência na área de Agronomia, com diversos trabalhos em Gênese, Morfologia e Classificação dos Solos, atuando principalmente nos seguintes temas: solos, sistemas de informações geográficas, estratificação ambiental, fotografias aéreas, aptidão agrícola das terras, levantamento de solos, zoneamento pedoclimático de culturas na Amazônia Ocidental.

Leonardo Geluda – Economista, com pós-graduação em Ciências Ambientais e mestrado em Ciências Sociais, por mais de 10 anos trabalha no Fundo Brasileiro para a Biodiversidade (Funbio). Atualmente pertence à equipe de Projetos Especiais, onde atua no campo das finanças da conservação, estudando o ambiente financeiro de projetos ambientais e viabilizando instrumentos e mecanismos financeiros.

Manoel Serrão – Foi extensionista Rural na Emater e atuou também na cooperação internacional (GTZ), quando iniciou seu envolvimento com fundos socioambientais. Durante 10 anos trabalhou no Ministério do Meio Ambiente, no Fundo Nacional do Meio Ambiente, onde atuou como gerente de Sustentabilidade por duas vezes, e foi também coordenador geral adjunto do Programa Pantanal. De 2007 até 2015, foi coordenador da Unidade de Mecanismos Financeiros do Funbio, onde desenvolveu ferramentas inovadoras para o financiamento ambiental. Além disso, tem desenvolvido, junto com parceiros, ferramentas de modelagem econométricas para o investimento em unidades de conservação federais e estaduais no Brasil. No âmbito Programa Arpa, contribuiu para o desenho do modelo financeiro do novo arranjo de governança do Programa e do esforço de capitação de recursos junto ao setor privado no Brasil. Em 2015, assumiu a superintendência de programas do Funbio, passando a responder por toda a área programática da instituição. É coautor de inúmeras publicações voltadas ao financiamento ambiental.

As entidades listadas a seguir contribuíram a iniciativa respondendo ao questionário, durante a primeira Fase de entrevistas.